DW publicou recentemente um artigo sobre os impactos do declínio dos estoques de peixes e da mudança climática nas comunidades costeiras de Madagascar, e os meios de subsistência alternativos aos quais essas comunidades estão recorrendo à medida que a pesca se torna insustentável.
Em Tampolove, uma pequena vila no sul de Madagascar, onde a dieta das pessoas consiste principalmente de peixe e arroz, os pescadores começaram a cultivar algas marinhas.
Com o apoio da Blue Ventures , um grupo de conservação marinha sediado no Reino Unido, da Wildlife Conservation Society e da Universidade de Toliara , a vila começou a cultivar algas marinhas para o mercado europeu.
Nos últimos anos, a comunidade também começou a testar o cultivo de pepinos-do-mar ( Holoturia scabra ) e de musgo marinho tipo "chifre de alce" ( Kappaphycus alvarezii ). O musgo marinho é um tipo de alga vermelha, da qual se extrai carragenina – um gel utilizado nas indústrias alimentícia e cosmética.
O cultivo de algas está sendo um sucesso na aldeia; a produção aumentou de 13 toneladas em 2013 para 187 toneladas em 2016. “E esperamos chegar a 250 toneladas este ano”, disse o líder comunitário Badouraly.
Leia o artigo completo: Acabou o peixe? Vamos cultivar algas marinhas.
Leia sobre a nova torre de segurança que protege os produtores de pepino-do-mar em Tampolove.





